Mais um momento de magia e diversão.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Alunos do curso profissional de técnicos de turismo dinamizam atividade “acolhimento acessível” na biblioteca
A atividade “acolhimento acessível”, dinamizada pelos alunos do curso profissional de técnicos de turismo e realizada no passado dia 7 de Fevereiro, na biblioteca para toda a comunidade escolar, teve como objetivo provocar a reflexão sobre a necessidade de oferecer um acolhimento turístico para TODOS.
Acolhimento, folhetos informativos, jogos de pistas e escrita do nome em braille num marcador de livro concebido pelos alunos foram as atividades realizadas para alcançar os objetivos propostos no âmbito do módulo de organização do acolhimento turístico da disciplina de turismo informação e animação turística.
A acessibilidade no turismo implica possibilitar às pessoas com diferentes requisitos – incapacidade permanente ou temporária (visão, mobilidade, visão, cognição, audição), ter acesso a uma oferta de produtos, serviços e ambientes turísticos - informação, transportes, alojamento, restauração, lazer - de forma independente, equitativa e com dignidade.
| Sabias que … Este segmento de mercado é muito significativo para a atividade turística. Atualmente, movimenta mais de 130 milhões de pessoas na Europa e representa um volume de negócios superior a 80 mil milhões de euros por ano. Tem um potencial de crescimento enorme: há cerca de 600 milhões de pessoas com deficiência no mundo, 20 % da população experiencia uma limitação da sua atividade diária, 90% dos turistas com mobilidade reduzida viajam acompanhados, a população com mais de 60 anos está a crescer constantemente. … e que … A oferta de produtos e serviços turísticos acessíveis é uma vantagem competitiva, diferenciadora e que revela capacidade qualitativa, possibilita maior fidelização, estadias mais longas e em épocas baixas. |
Fotos da atividade
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Pessoal e Intransmissível – oficina de escrita e teatro
A visita à Fundação Lapa do Lobo
A minha turma, 5º B, foi convidada a ir à Fundação Lapa do Lobo, no dia 22 de janeiro, para participar numa atividade sobre os heterónimos de Fernando Pessoa.
Quando chegámos, entrámos numa sala grande e escura, onde havia mesas e cadeiras que faziam lembrar um café.
Nessa mesma sala, estava um senhor em frente a uma secretária, a escrever um texto numa máquina de escrever antiga. Esse senhor representava Fernando Pessoa.
Sentámo-nos no chão e ouvimos atentamente informações sobre o nas cimento, a vida e os seus heterónimos (várias pessoas que habitam um único poeta).
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Feliz Natal e Próspero ano Novo
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
10 de Dezembro
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Vou Voar Voei – Oficina de Expressão Escrita e Teatral
“Junho de 1540, Viseu, o homem anunciou: Saibam todos os senhores habitantes desta cidade que não terminará este dia sem se ver a maior das maravilhas, a qual vem a ser homem desta cidade voar com asas feitiças, da Torre da Sé ao Campo de São Mateus, pelo que responde por sua pessoa e bens, João de Almeida Torto”.
Século XVI, em Viseu. Um homem disse e fez. Voou.
Século XXI, 3 de Dezembro, Canas de Senhorim, os alunos dos 6º anos voaram e entraram numa oficina de escrita teatral, com a orientação de Fernando Giestas e Rafaela Santos, para conhecer João Torto e a sua época, vivenciando, por instantes, as vertigens, angústias, receios e sonhos de um homem maior que o pensamento.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Megalitismo
No passado mês de novembro, os alunos do 7º ano realizaram, para a disciplina de História, vários trabalhos no âmbito da temática do Megalitismo.
Antas, menires, cromeleques e alinhamentos foram criados com muita criatividade, utilizando vários materiais como pedra, madeira, esferovite plasticina e até massa de pão.
sábado, 24 de novembro de 2012
Vozes II
A importância da leitura e da palavra, escrita e dita, foi assinalada, mais uma vez, no passado dia 23 de novembro com a publicação do Volume II de Vozes – Antologia Poética. A isso se referiram não só a professora bibliotecária, Celeste Sampaio, responsável pela organização do acontecimento, paginação e arranjo gráfico do livro, como também o Diretor da Escola.
Na apresentação do livro, para além dos já referidos docentes, estiveram presentes pais, familiares e amigos dos jovens autores, a professora Cláudia Costa, ilustradora dos textos, a professora Laura Mouta, também responsável pelo projeto inicial, a Coordenadora Interconcelhia das Bibliotecas e o Sr. Dr. Carlos Torres, Presidente da Fundação da Lapa do Lobo, patrocinadora da publicação.
O evento iniciou-se com a leitura de um excerto da obra Como um Romance, de Daniel Pennac. A professora Bibliotecária sublinhou a importância destas publicações no contexto escolar, referindo que a divulgação dos trabalhos dos alunos são uma forma de os motivar para a leitura e escrita, porquanto estes se (re)encontram nos textos produzidos.
Após a evocação, a capella, da poetisa Florbela Espanca, com “Ser Poeta”, pela voz de Manuela Morais, os presentes foram convidados a entrar no mundo da poesia.
Os autores dos textos, através da declamação ou simples leitura de alguns poemas, criaram um momento de grande harmonia e musicalidade. Houve beleza na palavra poética.
O convívio prolongou-se com um agradável beberete oferecido pela escola e a cargo dos alunos do Curso de Hotelaria da Escola
Alunos e Organização agradecem, aqui, a participação de todos no evento.
O
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Mesa de Outono
Participação entusiástica, muita imaginação e criatividade presente na mesa de Outono.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Dia da Alimentação
Mais uma vez o grupo de Biologia, para comemorar o dia da alimentação, lançou um desafio aos alunos, elaborar a melhor sandes com os seguintes ingredientes:
| Saudável |
| Apelativa |
| Nutritiva |
| Diferente |
| Engraçada |
| Saborosa |
O empenho dos alunos e dos diretores de turma foi Inexcedível, como se pode ver pelos resultados.
| 10º A – A Vencedora do Secundário | |
| 6º A | |
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Oficina da Escrita
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Implantação da República - 5 de Outubro
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Outubro Mês Internacional das Bibliotecas Escolares
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Oficina de Escrita 10º A
Sombra, minha ausência de luz,
tu que me segues para onde quer que vá.
Suavemente, acompanhas os meus passos,
reproduzes os meus movimentos.
Enquanto corro, tu voas delicadamente à minha beira.
Atenuas a minha pressa,
acalmas-me com a calma com que me acompanhas.
Reproduzes os meus cabelos a dançarem com a brisa matinal,
desfocados e escurecidos pela luz.
É com ela que varias,
nunca és totalmente o que sou eu,
Ora maior, ora mais pequena…
Apesar de tudo, para mim és sempre a mesma.
Sempre minha, minha sombra!
Maria João Pereira, 10.º A
Oficina de Escrita 10º A
Receita para a poesia
Deixa-te levar pelo vento,
Deixa-o levar-te para longe.
Segue o teu coração.
Sabe o que fazer.
Não precisas de inspiração,
Apenas uma pitada de imaginação
E um pouco de sumo de liberdade.
Mistura o preparado com o gosto pela escrita.
Embarca nesta aventura
Sonha e acredita, tudo poderá acontecer.
Beatriz Loureiro Carvalhal Nº1 – 10ºA
Oficina da Escrita 10º A
Receita para a felicidade
Toma-se uma qualquer vida,
E adiciona-se-lhe uma pitada de paz.
Coloca-se num recipiente,
E mistura-se-lhe, aos poucos,
uma jornada de trabalho.
Deixa-se repousar,
E, quando o preparado estiver consistente,
Adiciona-se uma jarra de amor.
Mexe-se bem até a massa ficar bem consistente,
E deixa-se um dia a repousar.
Ao mesmo preparado
Adicionam-se mágoas e
Tristezas raladas,
Uma gota de sonhos,
Uma pitada de maturidade e
Uma jarra de boa-disposição.
Deixa-se a repousar,
Até a massa consistente ficar. ![]()
Enquanto a massa repousa,
Coloca-se uma chávena de dinheiro,
Três gotas de raiva,
Uma chávena de ganância e
Uma pitada de crueldade,
A alourar numa frigideira.
Quando o preparado evapora,
Adiciona-se o resultado à massa.
Mistura-se e leva-se ao forno.
Serve-se quando a vida solidificar,
Acompanhado de um indivíduo maduro.
Pedro Peixoto, 10.º A
quinta-feira, 28 de junho de 2012
O gato malhado e a andorinha sinhá
O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá: uma história de amor representada pelos alunos do 8º C, decorreu no auditório da escola no dia 15 de Junho às 14.30h.
O Auto da Barca do Inferno
Uma leitura de Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, pelo 9º A
O Auto da Barca do Inferno é um texto dramático, de Gil Vicente, autor do séc. XVI (1518), que tem uma feição alegórica, cómica e moralizadora.
A ação decorre num cais, onde se encontram duas barcas, a do Inferno e a do Paraíso, com os respetivos arrais, o Diabo e o Anjo. Nesta espécie de tribunal, vai decorrer o julgamento das almas após a morte, sendo que os vários protagonistas, que se apresentam gradualmente, estão convencidos de que merecem o céu, muito embora tenham cometido delitos na vida terrena, como muito bem denunciam, e condenam, os juízes supremos.
As personagens em julgamento são portadoras de símbolos que as identificam e ao grupo, tipos sociais ou socioprofissionais da época vicentina, denunciando os seus vícios e defeitos, como: a arrogância e vaidade do Fidalgo D. Anrique; o materialismo do Onzeneiro, o banqueiro corrupto que explora a juro excessivo; a falsidade religiosa do Sapateiro, que julga estar ilibado dos roubos por ter cumprido todos os preceitos religiosos; a paradoxal amancebia do Frade folgazão; a prática do lenocínio e da prostituição da alcoviteira Brísida Vaz; o fanatismo, intolerância e materialismo do Judeu que profana sepulturas católicas; a injustiça humana, a venalidade e a parcialidade do Corregedor e do Procurador, também representada através de um Enforcado que se deixou manobrar. Todos condenados a embarcar para o Inferno, excetuando Joane, o Parvo, que não errou por malícia, e os Cavaleiros que morreram a lutar pela fé católica, daí que entrem triunfais, entoando um cântico glorificador e moralizador.
Gil Vicente tinha consciência de que a diversão poderia estar ao serviço da crítica e da moralização, daí que tenha concretizado bem o ditado latino “Ridendo, castigat mores.” (A rir castigam-se ou corrigem-se os costumes).
Cenografia da professora Cláudia Costa
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Semana das Línguas/ Dia do Autor Português 22 de Maio
terça-feira, 8 de maio de 2012
Os livros escolar através dos tempos
Cartaz elaborado pela Verónica e pelo Luís, alunos do 12º CPA |
Decorreu na biblioteca escolar uma exposição sobre os livros escolares através dos tempos. Os alunos puderam ver a diferença que existe entre um livro atual e os livros que os avós usavam quando andavam na escola.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
25 de Abril
Para comemorar mais uma data da nossa história os alunos do 9º e 12º elaboraram um conjunto de trabalhos que ficaram expostos na Biblioteca
terça-feira, 24 de abril de 2012
O Tesouro
No âmbito da Comemoração do Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor os alunos do 8º A (turma de PCA) apresentaram a peça o Tesouro para os Encarregados de Educação, professores da turma, incluindo os da Educação Especial, alunos do 8º C, 9º A e 9º B e os do Curso de Animação.
O Tesouro, adaptação do texto queirosiano pelo 8º A
Elenco: Rui – Marco Santos; Guanes – Fernando Santos; Rostabal – Vitor Santos; judeu droguista- Emanuel Loureiro; figurantes – habitantes da vila de Retortilho: Amélia Almeida, Ana Almeida, Ana Raquel Pereira, Ana Rita Soares, António Pais, Luís Marques, Patrícia Raposo, Rodrigo Fonseca e Soraia Guedes.
Sinopse
Na história, é retratada a decadência material e moral de três irmãos de Medranhos, Rui, Guanes e Rostabal. A pobreza em que viviam tornou-os ainda mais miseráveis e selvagens.
Certo dia, quando foram caçar à mata de Roquelanes, encontraram um velho cofre, com três fechaduras, cheio de dobrões de ouro.
Rui, o mais velho, decidiu que o tesouro seria dividido pelos três e Guanes partiu para a vila de Rortilho, levando consigo uma das chaves do cofre, para trazer de lá três alforges de couro para transportar o ouro, alimento e três botelhas de vinho, ao cair da noite.
Enquanto esperavam pelo irmão, Rui convenceu Rostabal a assassinar Guanes e a dividirem o dinheiro pelos dois. Quando Guanes regressou da vila, Rostabal assassinou Guanes e, posteriormente, Rui acabou por matar Rostabal.
Na posse das três chaves do cofre e senhor de todo aquele tesouro, Rui decidiu beber uma das duas garrafas de vinho que Guanes trouxera. De repente, sentiu um grande ardor que lhe subia pela garganta. Desesperado, começou a gritar pelos seus irmãos, até que compreendeu que bebera vinho envenenado pelo irmão Guanes, acabando também por morrer.
Os irmãos não souberam compreender o significado do tesouro, do verdadeiro bem, nem os homens conseguem descobri-lo, pelo que
«O tesouro ainda lá está, na mata de Roquelanes.»
As fotos mostram o interesse e empenho dos alunos.
terça-feira, 27 de março de 2012
Feira do livro/ Semana do Teatro
Decorreu mais uma vez a feira do livro, no agrupamento de escolas de Canas de Senhorim, entre os dias 16 e 21 de Março. Este ano associamos a feira do livro à semana do teatro, o que permitiu que os alunos do 1º CEB e Jardins de Infância, além de poderem visitar a feira e comprar um livro puderam assistir a várias peças de teatro levadas a cabo pelos alunos do clube de teatro e pelos alunos do curso profissional de animação, a oficinas e atelier de fantoches.
Algumas turmas puderam assistir a uma oficina – “contudo se faz um fantoche”.
Os alunos do 4º ano da escola do Fojo divertiram-se e criaram lindos fantoches
O Clube de teatro apresentou pequenos contos “A vida de Sabonete” “A Gota com sede” e “Miss Plástico”
Representação do conto “Nem toda a beleza é visível ao olhar”
Exposição sobre teatro.




















